quarta-feira, 25 de julho de 2018

onze minutos

Então me apercebi o quão tenho sido triste, o quão tenho esperado da vida, tão pouco. Apesar de ser a coisa mais previsível do mundo, não consegui ver aquele final feliz à minha frente. Só conseguia ver uma Maria a quem a vida tinha levado a melhor, como leva a todos nós; mas a vida levou Maria aonde ela queria, como num conto de fadas, e puxou-me o tapete debaixo dos pés. Um final feliz. 

Arrepiei-me e chorei. Não me lembro da ultima vez que senti esta emoção, ando há tanto tempo à deriva. Uma deriva que me levou a um corpo e alma cheios de nódoas negras e, o pior, a já nem me importar com isso. O medo de como as coisas vão correr esteve tanto tempo comigo que deixei simplesmente de me entusiasmar com o que quer que fosse.
A deixar de acreditar que há finais felizes, até nos livros.

E, de repente, tristeza. Mas luz. A felicidade desarmou-me, afinal as coisas podem correr bem. 
Afinal posso esperar, desejar, ansiar, planear.

domingo, 22 de julho de 2018

peso contrapeso


a vida não é nada. a vida é tudo.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

sábado, 14 de julho de 2018

nights at the tennis courts. all the lights were out we were watching the stars listening to silly songs smoking cigarettes pretending to be cooler than we were. without a care in the world. the school was still the old one with a stage in the common room and the school radio playing. I remember a dance. I remember long talks and wanting to grow up. being 16 was sweet indeed.